Mães e Pais na 1ª Pessoa

Mónica Santana Lopes 

A Mulher é que Manda

O seu marido faz você feliz? Leiam esta sábia resposta

Olá, ola! O seu marido faz você feliz? Leiam esta sábia resposta…

Nem imaginam o que me revi neste texto. Cada vez mais acredito que para sermos felizes só podemos depender de nós próprias, tudo o resto é/ pode ser um luxo ou não. Mas não podemos/ devemos depender do amor ou carinho de terceiros para nos sentirmos verdadeiramente felizes.

Este texto anda a ser divulgado na net em diferentes línguas e com versões mais ou menos parecidas. Não faço ideia da sua origem. Sei apenas que teve por base um seminário protagonizado pela Universidade de Fresno na Califórnia, dirigido a casais com diferentes idades.

E a mensagem que vos quero passar é mais ou menos esta (adaptei o texto para português):

Durante o tal seminário, o senhor que ministrava a palestra perguntou a uma das senhoras presentes:

“Seu marido faz você feliz? Ele lhe faz feliz de verdade?”

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.

Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro “NÃO”, daqueles bem redondos!

“Não, o meu marido não me faz feliz”!

O marido ficou desconcertado, mas ela continuou:

“Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz”.

“O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade.

Eu determino que serei feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas.

Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável.

Eu preciso decidir ser feliz independente de tudo o que existe! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não, eu sou feliz!

Hoje sou casada mas eu já era feliz quando estava solteira.

Eu sou feliz por mim mesma. As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de “experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria ou tristeza”.

Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza.

Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.

Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque está muito frio, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.

Amo a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade.

Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar em seus ombros. A vida de todos fica muito mais leve.

E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos.”

Resumindo,  não depende de ninguém para que se sinta feliz. É uma responsabilidade muito grande para ser confiada apenas a terceiros.

Reparem que todas nós podemos ser felizes mesmo sem dinheiro, mesmo sem marido, mesmo sem namorado, mesmo quando está frio e chove sem parar… A felicidade está em nós, quer estejamos doentes ou não, quer nos tenham desiludido ou não, quer nos dêem o devido valor, ou não… A felicidade pode sempre ser encontrada em nós próprias. Claro que se tudo o resto for positivo, seremos ainda MAIS FELIZES. Mas apenas isso… O restante é um luxo e deve ser encarado como tal. 

Qualquer mulher ou qualquer homem tem direito a ser feliz e não há nada nem ninguém que nos roube essa felicidade, a não ser que deixemos.

O que acham destas premissas? Concordam? Eu concordo plenamente.

Beijinhos, até já

Mónica

Nota (à parte!) – A única coisa que para mim não fez sentido neste texto é a seguinte frase “Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.”:)Como se alguma senhora nunca tivesse refilado com o marido ou do casamento. Quanto a isso minhas amigas, acredito muito pouco. O refilar/reclamar, faz parte de todas nós. Certo?

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