Mães e Pais na 1ª Pessoa

Joana Bandeira 

Love Lab

O baptizado

No Domingo fizemos o baptizado da B. e da prima mais nova T.

A Tia I. e a avó R. fizeram o “arranjinho” do baptismo. Tanto eu como o P. não somos muito dados a missas (ao contrário do resto da família paterna) mas avó R. e a Tia I. estavam “mortinhas” por baptizar a B.

Não somos praticantes e por isso quando casámos optamos por casar pelo registo civil. Achamos que não seria verdadeiro da nossa parte casar pela Igreja, pois não tinhamos intenção de abraçar a religião de forma intensa.

Quando era miúda ia à catequese e sentia-me sempre muito deslocada quando tinha de ir à missa. Ficava a pensar para os meus botões se as pessoas à minha volta estariam de facto a ouvir a homilia ou se estavam a pensar nas compras do supermercado. O mais irónico é  que viviva numa rua com uma Igreja.

Para mim, hóstias só mesmo as dos bolos de aniversário que dizem “Parabéns” em letra Itálica.

Para além do “arranjinho” (não queríamos fazer uma desfeita aos avós)  aproveitámos a boleia do baptismo da prima mais nova da B., a T. que tem 4 meses.

O mais complicado foi a decisão do Padrinho e Madrinha. Queríamos que fossem as irmãs mais velhas (a minha e a do P., respectivamente). Para nós fazia todo o sentido serem as tias I. e M. porque são pessoas próximas da igreja e o objectivo das Madrinhas/Padrinhos é acompanharem e apoiarem a entrada na vida cristã. Infelizmente não tivemos autorização para serem 2 madrinhas, tinha que haver também um Padrinho (nem todos os padres vão nestas “modernices”).

O avô P. foi o eleito e a Tia I. , que ajudou no “arranjinho”.

Da experiência que tive, parece-me uma boa ideia baptizar os filhotes quando ainda são bebés de colo e ainda só fazem bolhinhas com a boca. Estão muito bem ao colo, no seu fatinho imaculado e comprido e não se importam de sentir a água na cabecita ou o óleo na testa. Para além disso, os fatinhos de baptizado para bebés são uma ternura.

Já a B. (com quase 14 meses) queria palmilhar a Igreja por conta própria ou com a ajuda do Padrinho e não queria ter nada haver com água e afins. O padre bem que tentou mas ela fez questão de mostrar a sua rebeldia. Queria era arrastar-se pelo chão e sujar os collants e o vestido “branco como o algodão”. Mas tirando esses pequenos “detalhes” a cerimónia correu muito bem e ficamos contentes pela decisão que tomamos.

Para além disso, estava um dia lindíssimo com muito sol para aconchegar este momento tão especial.

Obrigada pela vossa presença e pela disponibilidade e ajuda de todos os envolvidos.

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Roupinha:
Sapatinhos da
Paulo Sapatarias
Vestido da
Petit Patapon
Collants da
Zara Kids
Casaquinho da
NECK & NECK
Vela e fita castanha às bolinhas da
Retrosaria Zora

Bolo: BitaCake
Bolo de iogurte com recheio de glacé de sementes de Papoila. 

 

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