Mães e pais na 1ª pessoa

20 de Abril de 2013

Não filho, na verdade não te amo

Eu tinha uma vaguíssima ideia de que iria ser assim mas, no primeiro segundo em que te vi e te senti no meu peito, passei a ter a certeza!

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O sentimento que tomou conta de mim a partir daquele instante não me foi ensinado, nunca li sobre ele nos livros, nem nunca tinha ouvido falar de tal coisa. Era tão forte, tão avassalador, tão brutalmente doce e violento, que chamar-lhe amor era desvalorizá-lo enormemente. O que senti a partir daquele segundo era tão emocional e tão físico ao mesmo tempo, que me chegava a fazer doer o corpo e a alma. E digo-o no sentido literal! Doía mesmo!
Mais. Era tão potente que, muitas vezes, me levava às lágrimas.
Hoje já não me dói, já consigo controlar as lágrimas, quase sempre, mas não é por isso que o que sinto por ti enfraqueceu. Pelo contrário! Está mais forte que nunca!
Mas para ser sincera, o que eu sinto por ti não é amor. Porque o que eu sinto por ti é algo que vai muito mais além e que nunca ninguém conseguiu, ou conseguirá, descrever. Este sentimento é impossível de ser explicado, ensinado, descrito… este sentimento sente-se. Sente-se com uma força esmagadora e revitalizante!
É por tudo isto que te digo que na verdade não te amo. Mas como amor é o conceito que melhor descreve e mais se aproxima do que sinto por ti, é isso que te vou dizer todos os dias da minha vida. Que te amo. Que te amo muito. E que tenho a certeza de que o que sinto por ti é para sempre e que será cada vez mais forte!
Este é dos momentos Limetree que mais quero, e te peço, que guardes no coração!

 

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