Atualidade

9 de Janeiro de 2014

Feira ajuda alunos a perceberem a sua vocação

Iniciativa da startup Inspiring arrancou hoje e quer chegar a 40 mil alunos do ensino secundária com o apoio de empresas de relevo.

09.01.2014 - A

“Queremos que os alunos consigam tomar opções mais conscientes tendo em conta outros fatores de que, habitualmente, não dispõem”. É desta forma que Eduardo Filho, diretor da Inspiring, explica ao Quero Estudar Melhor o objetivo da Feira de Orientação Vocacional que hoje arranca.

A decorrer até junho, a iniciativa pretende chegar a 70 escolas na zona da Grande Lisboa, o que significa um universo de cerca de 40 mil alunos entre os 16 e os 19 anos. Em cada uma das escolas será possível visitar stands de várias instituições do ensino superior, empresas e da própria Inspiring para tirar dúvidas sobre processos de candidatura, cursos disponíveis e entrada no mercado de trabalho.

Nas diferentes feiras, Eduardo Filho explica que haverão sempre quatro workshops (tomada de decisão, ingresso no ensino superior, proatividade e entrada no mercado de trabalho), com o último a contar com representantes das empresas parceiras para explicarem o que procuram nos alunos.

PWC, Deloitte, Adecco, BES, Ana Aeroportos e SAPEC são algumas das empresas que já se associaram ao projeto, além de instituições como o Instituto Superior Técnico, a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Nova School of Business and Economics, a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova, a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova, ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, a Universidade Lusíada ou a Escola de Superior de Saúde da Cruz Vermelha.

Recrutamento no futuro

O diretor de Recursos Humanos da Deloitte, Manuel Gonçalves, explica que este tipo de iniciativa pode ser benéfico tanto para as empresas como para os alunos, uma vez que “ao dar aos alunos indicações nesta fase da sua vida, ajuda-os a preparem-se de forma mais efetiva para o mercado de trabalho. Dá-lhes mais hipóteses e facilita-nos o processo de recrutamento”.

Divulgar a marca é também uma das metas das empresas nesta participação. Manuel Gonçalves faz questão de realçar que o objetivo não é recrutar no imediato, mas sim fomentar o desenvolvimento de competências pessoais e académicas que podem ter influência positiva a longo prazo.

Ainda assim, Eduardo Filho revela que algumas empresas pretendem focar-se mais em estabelecimentos que consideram ser mais adequados para as suas pretensões. Tudo para que a Feira de Orientação Vocacional funcione da melhor forma possível.

 

Fonte: Expresso