Agenda

03.05.2015 | 4ª CORRIDA/CAMINHADA DONA ESTEFÂNIA – DIA DA MÃE

Passeio Marítimo de Alcântara-Belém
3 de Maio de 2015

Corrida e Caminhada Solidária  | 3 Maio’15 | 10h00 | Passeio Marítimo de Alcântara-Belém | Toda a Família

A Plataforma Cívica em Defesa de um Novo Hospital Pediátrico em Lisboa em parceria com a AA1P – Associação Alfa 1 de Portugal, vai realizar a “4a Corrida/Caminhada Dona Estefânia – Dia da Mãe” no próximo domingo, 3 de Maio, às 10h00, junto ao passeio marítimo Alcântara-Belém, em Lisboa. Os benefícios e patrocínios reverterão integralmente para a AA1P.

Este ano, o mini espectáculo que encerra a corrida será apresentado por Carlos Areias e contará com a presença da Constança Sousa e Melo, finalista num concurso de talentos.

As inscrições podem ser feitas através do site da AA1P ou no site da Xistarca.

A Plataforma organiza anualmente esta corrida/caminhada solidária com o objectivo de chamar a atenção dos decisores políticos e da opinião pública em geral para a necessidade de Lisboa continuar a dispor de um Hospital Pediátrico autónomo. Pretende-se que, à semelhança do que acontece em todo o mundo civilizado, Lisboa continue a dispor de um Hospital Pediátrico autónomo, sem a mistura de crianças e adultos doentes, ao contrário do que se prevê no actual projecto do Hospital de Todos os Santos-Chelas.

Este ano, a Plataforma conta com a parceria da AA1P – Associação Alfa 1 de Portugal (Associação de familiares e doentes com deficiência congénita de alfa-1 anti-tripisina). O Défice de Alfa1 Antitrispina é uma condição genética que resulta da baixa produção da proteína Alfa1 Antitripsina que pode estar associada a doença hepática, pulmonar e dermatológica.

Os principais objectivos da AA1P são difundir informação sobre a Alfa1 junta da comunidade civil e dos profissionais de saúde e promover a importância do diagnóstico precoce, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida dos doentes alfa e o acesso a um acompanhamento especializado.

A Corrida-festa tem uma vertente desportiva (10 kms) e uma caminhada-festa solidária (4 Kms) com tambores, palhaços, mascotes gigantes, etc. Nos anos anteriores, este evento reuniu sempre mais de 3000 pessoas, na sua maioria famílias, membros das associações de doentes, figuras públicas e profissionais ligadas à condição da criança. O sucesso alcançado deveu-se ao sentimento comum da necessidade de manter um Hospital Pediátrico autónomo em Lisboa e da sua importância para acorrer às especificidades das crianças gravemente doentes e das suas famílias.

A Plataforma Cívica em Defesa de um Novo Hospital Pediátrico em Lisboa é um movimento que engloba médicos e sociedade civil unidos pelos seguintes causas comuns:

1. Concretização de um novo hospital pediátrico em Lisboa;

2. Defesa do património histórico do Hospital D.Estefânia.

Concretização de um novo hospital pediátrico em Lisboa;

O que define o Hospital das Crianças de Lisboa não são as paredes onde se aloja mas o serviço ímpar que presta à população, através do exercício de um modelo único de cuidados prestados em ambiente pediátrico adequado.
Pretendemos que o actual Hospital D. Estefânia seja transferido na sua totalidade e diferenciação pediátrica, sem mais perdas, para um edifício autónomo e desenhado exclusivamente para as especificidades da assistência à criança.
É vital que o novo hospital pediátrico de Lisboa concretize uma verdadeira diferenciação assistencial tendo a criança doente como elemento central e não como um parceiro acidental de utilização de equipamentos adquiridos para adultos e “ajeitados” para as características da criança.

É também essencial que o novo Hospital Pediátrico de Lisboa disponha dos meios de diagnóstico e tratamento próprios para as crianças e que a regra seja a de usufruir de ambiente e espaço pediátricos enquanto dura a sua estadia e contacto com o hospital. Essas premissas devem verificar-se em internamento, consulta, urgência, hospital de dia, intervenções cirúrgicas, técnicas invasivas ou exames especiais.

Nesta perspectiva, é necessário que os  profissionais que irão cuidar das crianças continuem a dispor da preparação técnica apropriada e estejam imbuídos da indispensável vocação para este grupo etário, não sendo permitido “aproveitamento” de quaisquer outros funcionários para cuidar de crianças em escalas episódicas ou de conveniência.

O quadro de pessoal próprio do Hospital Pediátrico é uma necessidade de qualidade e um factor indispensável do envolvimento dos profissionais e da sua dedicação e evolução na patologia da criança.

Defesa do património histórico do Hospital D.Estefânia

Pretendemos que:

– o espaço e os edifícios não sejam alienados aos interesses imobiliários e à pressão do  estacionamento na zona e se mantenha esta herança nacional e inter-geracional com mais de 130 anos;

– se mantenha o espaço do Hospital como um património da criança, da sua dignidade e da sua condição. Nesse conceito inclui-se a possibilidade de aí se instalarem instituições e equipamentos de apoio e defesa da criança, na vertente da saúde como por exemplo, espaços para crianças com doenças crónicas ou exigindo reabilitação prolongada;

– a designação “Dona Estefânia” se mantenha em qualquer estrutura futura a instalar no espaço, tenha ela a forma de Fundação, Instituto público ou outra.

corrida solidária

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