Mães e Pais na 1ª Pessoa

Rita Mendes 

Barriga Mendinha

Budapeste parte 1 – as primeiras emoções

Quando vos disse que iria escrever diariamente durante essa viagem, foi, com toda a certeza… porque já não viajava há algum tempo e estava esquecida do cansaço, dos precalços, do tempo que parece sempre curto.. que uma viagem intensa como esta, trás sempre consigo. Por isso, as minhas desculpas e as minha redenções… assim na forma possível. Não num diário mas numa descrição por partes e num guia à minha maneiras das cidades que tenho visitado, das sensações e energias  que me têm sido transmitidas e claro… as minhas histórias.

 Comecemos por Budapeste, a cidade onde aterrei por volta da meia noite e meia e onde, supostamente teria a minha irmã e uma amiga comum à minha espera, porque tinham vindo de Cracóvia na Polónia e iam-me “apanhar-me” na capital da Hungria. Mas… 3 horas antes de eu embarcar, dizem-me que… o Bus onde viriam estava cheio e só chegariam no dia seguinte à tarde. Meu dito, meu feito. Aterrei numa cidade desconhecida, sem saber patavina da língua, do sítio onde ia ficar (ela é que tinha marcado tudo) e sem ter pesquisado quase nada sobre a dita, porque a minha irmã me tinha dito que tinha “tudo controlado”. E assim começa a minha viagem… mal aterrei decidi tomar um transfer para a cidade, transmitindo-lhes a morada certa e ainda conheci um grupo de portugueses de Leiria, que me deram umas dicas e com quem nos viriamos a encontrar na cidade um dia depois. Cheguei ao hostel que a minha irmã tinha reservado (e que experiência esta estadia neste local só vos digo…) às 2 e tal da manhã e de manhã recebi-as, começando logo as três a planear os dias seguintes.

Começámos por estudar os mapas que eu trouxe do aeroporto.. e a revista da Wizz Air, a companhia Hungara, por onde voei de Lisboa a Budapeste e decidimos meter-.nos à estrada. Sabiamos que Budapeste era separado pelo Rio Danúbio e que a margem em que estávamos era Peste, onde a maioria dos monumentos emblemáticos, azona mais antiga e bohémia estava… e foi por aí mesmo que fomos. Sempre a pé, perguntando direções e pouco a pouco fomos entrando no ambiente da cidade.

Como tivémos a sorte do nosso Hostel estar mesmo localizado no centro, sempre que estavamos a precisar de acalmar, comer algo ou descansar um pouco (ou até parar neste calminho jardim interior), passávamos lá… e depois, era sempre a andar, que nestas viagens andamos sempre quilómetros e quilómetros a pé…

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No primeiro dia acordei ( depois das “largas” 3 horas de sono que consegui abraçar de noite..).. e estava de chuva… Blagghh, pensei eu.. que isto me vai estragar os planos, mas a verdade é que ao longo do dia, o tempo foi melhorando e apesar de não ter estado um dia lindo, sempr deu para visitar, tirar umas fotos, sentir o felling da cidade, que é muito giro, por sinal…

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E lá fomos nós as três. Eu, a mana Mariana e a amiga Rute. As três à descoberta de Budapeste. E que giro que foi…IMG_20150502_150728.jpg

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O Bairro Judeu, para além de algumas Sinegogas, rabis pelas ruas e memoriais ao povo Judaico… é também uma espécie de “Bairro Alto” da zona. Bares, restaurantes, lojas e galerias com muita onda e estivémos um bom bocado a explorar esse spot. Bebemos uma cerveja, reencontrámos o grupo de Portugueses de Leiria e descontraímos um pouco. Depois, seguimos viagem… toca a andar meninas!!!

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